Um protesto a salvaguarda

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O mercado de vinhos no Brasil passa por um momento de turbulência depois do pedido de salvaguarda ao vinho nacional. O pedido foi encaminhado em conjunto pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), pela União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), pela Federação das Cooperativas do Vinho (Fecovinho), e pelo Sindicato da Indústria do Vinho do Rio Grande do Sul (Sindivinho). Neste pedido são pleiteadas várias sanções aos vinhos importados, que vão desde aumentar o imposto de importação de 27% para 55% até a imposição de cotas para cada país.

Estes órgãos alegam que o mercado nacional precisa de proteção para que se torne competitivo e possa brigar por espaço junto com os vinhos finos importados. A Ravin se posiciona contra este pedido, uma vez que o protecionismo não alcançará o objetivo esperado. Este tipo de medida não fará com que os vinhos brasileiros sejam mais consumidos.

Como uma forma de protesto e com o objetivo de levar ao conhecimento do consumidor a possibilidade de aumento de impostos, a importadora fará uma campanha durante o mês de Abril para venda de vinhos sem repasse do valor dos impostos. Três rótulos ilustrarão esse cenário, todos italianos: Montessu IGT 2008, Le Difese IGT 2009 e Barrua IGT 2005/2006. Será informado o preço atual, o novo preço com a entrada da salvaguarda e o preço sem os impostos.

A importadora, juntamente com grandes parceiros do varejo, como Empório VIP/Rei dos Whiskys e Vinhos, Ville du Vin Alphaville e Moema, Empório Mercantil, BR Bebidas, Casa Lisboa, Supermercado Kanguru, Enoteca Cavatapp, Detetives do Vinho, Divinum entre outros, darão a oportunidade aos consumidores de conhecerem quanto realmente custa um vinho importado e mais abastecer suas adegas a preços jamais vistos.

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