Volta ao mundo em uma xícara de café

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Foto – Divulgação

Hoje é o dia Internacional do Café e que tal comemorar a data experimentando cafés de diferentes origens. É essa a idéia da Nespresso que lançou de uma vez cinco tipos de café de origem única – Colômbia, Índia, Indonésia, Nicarágua e Etiópia – produzidos com métodos característicos de suas regiões e feitos especialmente para oferecer ao consumidor momentos singulares nas pausas para o café. Para compor a nova linha, a marca pesquisou e ouviu consumidores no mundo todo.
Cada um dos blends passou por uma jornada de descoberta. Os especialistas em café da Nespresso foram em busca do que há de melhor no mundo: das montanhas cobertas de florestas da Sumatra aos vales das terras altas da Nicarágua. Em cada região selecionada, a marca criou parcerias com agricultores locais e embarcou em uma missão para explorar práticas de cultivo inovadoras com o objetivo de elaborar novos aromas e sabores de café.
O café adquirido na Índia passou por uma técnica milenar conhecida como “monsooning”, relembrando um processo antigo em que os grãos eram transportados em barcos e absorviam um alto nível de umidade do oceano, fazendo com que os mesmos inchassem e revelassem um novo e único sabor. Para compor esta cápsula, esse processo foi trazido para o século XXI, e os grãos de Robusta passaram pelo “monsooning” em armazéns na Índia, que junto com grãos Arábica compõem esse marcante café.
No café da Etiópia, os grãos foram cuidadosamente colhidos e secos com a casca e polpa, revolvidos à mão de hora em hora para garantir uma secagem uniforme nos terreiros suspensos da Etiópia que dá um toque floral ao café.
Na Colômbia, o momento de colheita típico foi levado ao limite, cada fruto de café foi deixado mais tempo no pé, arriscando a fermentação, até que tivesse exatamente o ponto de maturação desejado. Os frutos com coloração roxo escuro foram, então, manualmente colhidos o que dá ao café um toque mais frutado e vibrante.
Já na Sumatra (Indonésia), o terroir úmido exigiu que os produtores utilizassem um método de processamento descascado úmido, no qual os frutos são descascados, fermentados, secos ao calor e, ainda úmidos, os grãos são processados passando ao café um perfil de sabor mais complexo e amadeirado.
Na versão Nicarágua utilizou-se o método “black honey”, no qual os grãos são descascados e secos ainda com a polpa, expostos ao sol intenso nos terreiros da Nicarágua. Isso permite que o grão absorva os açúcares naturais da própria mucilagem ressaltando o toque adocicado e harmonioso do café.
Os cafés da linha Master Origin estão disponíveis nas boutiques e também no e-comerce da marca  pelo valor de R$ 2,30.
 

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